Bom. Eu imagino um blogueiro de moda, como alguém que em toda essa confusão que é o mundo da moda, pára no meio de uma rua movimentada e começa a falar aquilo que pensa sobre a moda, as tendências, as roupas e sobre o que quer que seja. As pessoas que passam subitamente vêm essa pessoa e vêm a diferença que faz na rotina do seu dia, ou secalhar até percebe, pela informação que lhe é transmitida que consegue se sentir identificado.
A pessoa que se levantou para mudar o dia daqueles que passavam pela rua movimentada é alguém sem dúvida corajoso. Ou louco. Num bom sentido.
E por vezes cansa. Dói. É terrível. Deitam-nos a baixo. Destroem as nossas esperanças e até mesmo dizem que não devemos continuar. Mas aí permanece a piada de tudo isso. A incerteza. O limiar entre continuar a fazer o nosso trabalho ou desistir.
Então, eu não estou zangada, ou irritada com aqueles que se puserem à minha frente para me detestar, falar mal do que faço ou até mesmo reclamar. Não, não. Isso não me enfraquece, de facto, pelo contrário. Inspira-me. E torna-me ainda mais forte e faz-me perceber que serão precisas mais do que simples reclamações de alguém que não vive o que vivemos diariamente. Sendo um hobbie, ou uma profissão paga ( não vejo erro nenhum em alguém ser pago a fazer aquilo que ama) um blogueiro de moda muda a vida das pessoas, diariamente.Não somos uma doença, nem uma epidemia. Não queremos ser reconhecidos nos shows, queremos ser reconhecidos pela indústria da moda. Tendo o nosso espaço. Um espaço que não invade o de outrem.
E vocês? Já leram o artigo?
Deixem um comentário com os vossos pensamentos!
Beijinhos.
Vanessa.
Um post feito, depois de ler um artigo extremamente ofensivo publicado por Franca Sozzani (uma jornalista e editora da Vogue italiana). Quem e incentivou a publicação deste post refutando os comentários foi a equipa do Preshopp (em breve publicarei mais notícias acerca do Prepshopp) , uma equipa que está a "redefinir a importância dos blogueiros na nossa sociedade".
Well, I imagine a fashion blogger is someone who in this whole mess, that is the fashion world (a pretty mess, haha), stops in the midst of some crowded street and starts talking about what he thinks. About fashion, trends, clothes and whatever. People that passed by, see that person and the difference that she makes in her daily routine, or maybe feels identified.
The person who woke up to change the day of those who were just passing by that street, is without any doubt someone really brave. Or crazy. In a good way.
And sometimes we feel tired. Hurts. It's terrible. People lay us down. Destroy our hopes and tell us to give up. But there it is, the funny part of it. The uncertainty. The threshold between continuing to do our work or give up. So, I'm not mad, or angry because of those who want to stand in front of me. Hating me and complaining. No, no. That inspires me. Makes me even stronger, makes me realize that there will be necessary more than simple complaints of someone who does not live what we live daily.
As a hobby, or a paid job (I do not see any mistake in someone being paid to do what he loves). A fashion blogger changes people's lives, daily. It's not a disease or an epidemic virus. We do not want to be recognized at the shows, we want to be recognized by the fashion industry. And we only want to have our space. A space that does not invade another's wealth.
And you? Have you read the article?
Leave a comment with your thoughts!
Big kisses.
Vanessa.
A post made after reading an article extremely offensive, published by Franca Sozzani (a journalist and editor -in-chief of the Italian Vogue). Who encouraged the publication of this post refuting of Franca Sozanni was the Preshopp team (soon I will publish more news about Preshopp), a team that is "redefining the importance of bloggers in our society."
Lovely post!
ResponderEliminarxo June
http://www.fuckhighclass.blogspot.com
I'm glad you like it.
EliminarBig kiss,
Vanessa.